Lamentável a notícia, mas no tempo em que nós vivemos nada me surpreende, sobretudo vindo das mentes “estrelares vermelhas”. O certo é que vivemos em um “emburrecimento” cultural nas mais variadas áreas das artes. A nossa Jornada sempre foi um símbolo de inovação, criatividade e resistência aos desvios culturais brasileiros. É bom dizer: nada está provado, mas o mau uso dos recursos da Petrobrás está gerando com todas as dores, uma CPI, dizem que dinheiro e mais dinheiro foram usados em gastos desnecessários ao bem comum. A colaboração da Petrobras a Jornada em nada afetaria seus orçamentos, mas existe internamente uma psiquê paquiderme, burocrática e ideológica que corta, extirpa e degenera toda forma de arte da afirmação, da superação. Os recursos são como moeda de troca, o popular: Pão e Circo. Como a nossa Jornada dialoga com outras mentes, outra sintonia existe ai um grilo, uma esquizofrenia burocrática e ideológica que tende a boicotar, a cortar as parcas verbas que podem alimentar um dos eventos mais brilhantes da Bahia. Como diria o nosso bom e velho Glauber, que soube usar como ninguém os recursos públicos e privados em prol do bom cinema: “Vai bater, vai torturar, vai puxar o revólver?” Os tempos passaram, mas nós vivemos ainda no TEMPO DE GLAUBER, com muitos Valentins Cauderóns por ai...com outras táticas, tramas e dramas vide as políticas públicas para a cultura na Bahia. Viva o cinema da Bahia! Viva a Jornada de Cinema da Bahia!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Viva a Jornada de Cinema da Bahia!
Lamentável a notícia, mas no tempo em que nós vivemos nada me surpreende, sobretudo vindo das mentes “estrelares vermelhas”. O certo é que vivemos em um “emburrecimento” cultural nas mais variadas áreas das artes. A nossa Jornada sempre foi um símbolo de inovação, criatividade e resistência aos desvios culturais brasileiros. É bom dizer: nada está provado, mas o mau uso dos recursos da Petrobrás está gerando com todas as dores, uma CPI, dizem que dinheiro e mais dinheiro foram usados em gastos desnecessários ao bem comum. A colaboração da Petrobras a Jornada em nada afetaria seus orçamentos, mas existe internamente uma psiquê paquiderme, burocrática e ideológica que corta, extirpa e degenera toda forma de arte da afirmação, da superação. Os recursos são como moeda de troca, o popular: Pão e Circo. Como a nossa Jornada dialoga com outras mentes, outra sintonia existe ai um grilo, uma esquizofrenia burocrática e ideológica que tende a boicotar, a cortar as parcas verbas que podem alimentar um dos eventos mais brilhantes da Bahia. Como diria o nosso bom e velho Glauber, que soube usar como ninguém os recursos públicos e privados em prol do bom cinema: “Vai bater, vai torturar, vai puxar o revólver?” Os tempos passaram, mas nós vivemos ainda no TEMPO DE GLAUBER, com muitos Valentins Cauderóns por ai...com outras táticas, tramas e dramas vide as políticas públicas para a cultura na Bahia. Viva o cinema da Bahia! Viva a Jornada de Cinema da Bahia!
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